Sala Sinfônica

Desde sua fundação, em 1950, a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa) não tem uma sede própria. A necessidade de possuir ambientes compatíveis com os projetos que desenvolve levou a Fundação Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Fospa) a buscar, ao lado da Associação de seus funcionários (Affospa), a edificação de uma Sala Sinfônica, com áreas complementares para abrigar os arquivos musicais e demais atividades de apoio aos seus projetos socioculturais. Para tanto, em 2004, foi criada a Fundação Cultural Pablo Komlós.

Em 2008, a prefeitura de Porto Alegre cedeu o terreno para a construção, na Avenida Loureiro da Silva, nº 165, no Parque Maurício Sirotsky Sobrinho, local de fácil acesso e deslocamento para os usuários, utilizando a infraestrutura urbana existente. A aprovação unânime dos vereadores da cidade para esta concessão deixa clara a importância da orquestra para os porto-alegrenses e para toda a população gaúcha. Não por acaso, a Ospa foi declarada Patrimônio Histórico e Cultural do Rio Grande do Sul em 2006.

O projeto da Sala Sinfônica da Ospa inclui uma sala de concertos, um museu da música, salas de ensaios, escola de música e sede administrativa. Tem sido viabilizado através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, junto ao Ministério da Cultura, e com esforços somados das empresas patrocinadoras BanrisulSouza CruzVonpar, Dufrio, Lojas RennerSulGásRandonCelulose Irani, Habitasul e Grupo Renner, através da Fundação Cultural Pablo Komlós.

As obras começaram no início de 2012. Em julho do mesmo ano, foi dado um passo importante para a viabilização deste projeto. Em decorrência de uma proposta de emenda ao orçamento da União feita pela bancada federal gaúcha, o Ministério da Cultura e o Governo do Estado firmaram convênio que definiu a liberação de cerca de R$ 19 milhões pelo ministério e a contrapartida do estado no valor aproximado de R$ 5 milhões. O custo total estimado do projeto é de R$ 46 milhões.

Em abril de 2014, iniciou a penúltima etapa da construção da Sala (a edificação do prédio, após a finalização das fundações). No Acordo de Resultados do Governo do RS, a obra está entre as principais prioridades. Após um período de paralisação (desde agosto de 2014), devido a questões envolvendo a construtora responsável pela terceira fase do projeto, está prevista a assinatura de contrato com a empresa segunda colocada no certame licitatório.

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Capacidade
A capacidade da Sala Sinfônica será de 1,5 mil lugares, com uma ocupação de 3.600m², cujo aproveitamento de área edificada é de 12.827,00m² e com 24,95m de altura.

Qualificação acústica
A premissa da Sala Sinfônica é a qualificação acústica internacional. A equipe que desenvolveu seu projeto é mesma que trabalhou na Sala São Paulo Estação Júlio Prestes. A Sala Sinfônica da Ospa terá o formato tipológico “Shoe Box”, e foi amplamente estudada e discutida entre maestros e músicos da Ospa, além das equipes de projeto de Porto Alegre, São Paulo e Boston.

A edificação estará voltada para o parque e para o rio, uma das visões mais privilegiadas da cidade, com a permanente preocupação de que ela esteja totalmente inserida na paisagem urbana.

A implantação da Sala Sinfônica da Ospa no terreno é fiel à topografia e vegetação existente, integrando completamente o equipamento ao meio ambiente.

Estacionamento
O estacionamento será localizado, conforme determinação legal, em terreno ao sul da Câmara Municipal, com o total de 375 vagas. Servirá ao parque e será compartilhado com a Ospa em dias de espetáculo.

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