Ospa em Pessoa

Assim como uma música é composta por notas, acordes, arranjos, uma orquestra também é formada por diferentes elementos que tornam possível a harmonia final. São músicos que têm papeis essenciais no conjunto e, a partir de agora, eles ganharam um novo espaço nas redes sociais e no site da orquestra. A série “Ospa em Pessoa” vai mostrar, semanalmente, um pouco da trajetória de cada instrumentista e sua relação com a orquestra.

Veja as entrevistas:

José Milton Vieira

“Minha vida é respirar música”. É assim que José Milton Vieira, de 28 anos, descreve sua relação com esta arte que é sua companheira desde que era criança. Miltinho, como é conhecido pelos colegas e amigos, é trombonista da Ospa desde 2006, quando veio de Brasília a Porto Alegre para desbravar as terras do sul do país e dar andamento à sua carreira como músico. (Veja mais)

Eder Kinappe

Fazer a diferença na vida de jovens músicos e contribuir para sua formação integral. Essas são as motivações de Eder Francisco Kinappe, contrabaixista. Convidado da série Ospa em Pessoa, o músico da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre destaca que não é só nos palcos, mas também nas salas de aula da Escola de Música da Ospa, que ele atua e inspira seus alunos. (Veja mais)

Klaus Volkmann

Conhecido pelas bicicletas de bambu que fabrica, Klaus Volkmann é defensor de um modo de vida sustentável, colunista de um site sobre alimentação vegetariana, aventureiro e músico. Aliás, nasceu fazendo música, como ele mesmo brinca. Com 29 anos, o primeiro flautista da Ospa conta sobre seus caminhos na área, suas aventuras de bicicleta pelo mundo e compartilha um pouco das suas paixões na entrevista da terceira edição da série Ospa em Pessoa. (Veja mais)

Guenther Andreas

Guenther Andreas nasceu no Rio de Janeiro, mas veio com menos de um ano para Porto Alegre. Apesar de ter passado pela área da arquitetura, seus caminhos acabaram o levando à música, arte que o acolheu. Hoje, aos 50 anos, ele completa 27 de percussão na Ospa, cultivando o gosto pelas mais diversas formas de criação e experimentação. Para a Ospa em Pessoa, ele fala sobre sua trajetória, influências e projetos. (Veja mais)

Gabriela Vilanova

“É como uma avalanche, ou uma maré. Como fazer parte de uma floresta, ou de um oceano. Já não sou mais a viola, mas o naipe de violas, junto com a tuba e com a trompa e com toda essa energia impressionante”. Gabriela Vilanova, ao falar sobre sua experiência como musicista de orquestra, emociona. A música encantou a violista da Ospa quando criança e, desde então, assumiu diversas formas na sua vida. Para a série Ospa em Pessoa, ela conta um pouco mais sobre sua relação com essa paixão e com o conjunto orquestral em que está inserida. (Veja mais)

André Carrara

Ubá, em Minas Gerais, foi berço de Ary Barroso, pai da Aquarela do Brasil. Também é terra de dona Francisca, professora, e de seu esforçado aluno de piano André Carrara. Encravada no interior do Estado, a cidade não segurou por muito tempo o dedicado estudante, que precisou sair de lá para se aperfeiçoar no instrumento e, anos depois, tornar-se músico da Ospa. No entanto, mesmo pequeno, o lugar foi grande o suficiente para comportar seu desejo de menino que sabia que seu lugar no mundo era fazendo música, onde quer que fosse. (Veja mais)

Maria de Lourdes Schinke

Natural de Piracicaba, no interior de São Paulo, Maria de Lourdes Justi Schinke acredita que não existe nada melhor do que mudar o dia de uma pessoa com música. Violinista da Ospa, Lourdinha, como é conhecida pelos colegas de orquestra, também viu sua vida, e da família, transformadas pela música quando era criança. Para a Série Ospa em Pessoa, ela conta sua trajetória depois que decidiu que dedicaria sua vida para essa arte. (Veja mais)

Alexandre Ostrovski Jr.

Formado em Odontologia, Alexandre Ostrovski fez a opção de se dedicar à arte que aprendeu por incentivo dos pais: a música. “Vale a pena em todos os aspectos”, afirma com convicção. Gaúcho, em 2015 ele completa 20 anos como trompista da Ospa e conta, em mais uma edição da Série Ospa em Pessoa, quais foram os caminhos que o trouxeram até aqui. (Veja mais)

Philip Gastal Mayer

“A música de concerto tem um viés de questionamento. Ela te faz pensar”. É assim que o músico porto-alegrense Philip Gastal Mayer, violoncelista da Ospa desde 2008, caracteriza a sua área de trabalho. Nesta edição da Série Ospa em Pessoa, ele fala sobre a sua trajetória, relembra momentos marcantes e explica como tece costuras entre sua atuação musical e sua outra paixão, a Filosofia. Para começar, conta como se deu sua aproximação com a música erudita. (Veja mais)

Elieser Fernandes Ribeiro
Quem frequenta os concertos da Ospa provavelmente nunca ouviu a voz de Elieser Fernandes Ribeiro. O som do seu trompete, no entanto, certamente já deve ter conquistado os ouvidos e corações de muitos, e não à toa. Tímido e reservado, o músico da Ospa aprendeu com seu pai a se expressar através da música e faz isso de forma primorosa há mais de 25 anos. (Veja mais)

Arthur Barbosa
Arthur Barbosa nasceu em Fortaleza. Não por coincidência, foi essa mesma cidade que recebeu de braços abertos o músico Alberto Jeffé e seu método de ensino coletivo de cordas que revolucionou a educação musical no Brasil nos anos 1970. Influenciado pelas primas, aos 10 anos, Arthur foi conhecer o projeto e nunca mais deixou de fazer música. Hoje, além de integrar a Ospa, o violinista também se dedica à formação de jovens músicos e conta, para o Ospa em Pessoa, um pouco dessa sua trajetória. (Veja mais)

Luciano Dal Molin
Luciano Dal Molin sempre se interessou por música. Foi o violão do irmão, que ouvia em casa, que o encantou pela primeira vez. A Ospa, contudo, foi que o levou para a música erudita. Depois de uma conversa com um músico em um concerto, trocou o contrabaixo elétrico pelo acústico e nunca mais o abandonou. Hoje, além de atuar como músico da Ospa, ele dá aulas, participa de projetos sociais e viaja pelo mundo levando seu talento. (Veja mais)

Tiago Linck
Irmão de trompetista, Tiago Gomes Linck nasceu ouvindo música. Não demorou muito para descobrir que, além de dividir a casa e a atenção dos pais com o irmão doze anos mais velho, compartilharia com ele essa paixão. Hoje, para eles, a música também é profissão. O trompetista da Ospa conta em entrevista como foi que aquele instrumento que pegava emprestado escondido viria a se tornar seu fiel companheiro de orquestra. (Veja mais)

Siarhei Faminou
Vitebsk é considerada o maior centro cultural, científico e industrial da Bielorrússia. Cidade onde nasceram importantes nomes da arte, como o pintor surrealista Marc Chagall, a terra também é berço de Siarhei Faminou, fagotista da Ospa. O instrumentista deixou sua cidade natal para aventurar-se em solo brasileiro há 17 anos, carregando sempre consigo a primazia pela qualidade no seu trabalho como músico, valor que aprendeu ainda quando criança. (Veja mais)

Cleci Cielo Guerra
A música acompanha a vida da santa-mariense Cleci Cielo Guerra, violinista da Ospa, desde sempre. Na sua família, o interesse por essa arte vem de gerações antigas: sua bisavó era solista no coral da Matriz de Buia, na Itália, e trouxe ao Brasil essa paixão, passando-a para os seus descendentes. Nesta edição da série “Ospa em Pessoa”, a musicista conta a sua história, fala sobre sua relação com o violino desde jovem, e destaca o que a motiva a cada apresentação. (Veja mais)

Artur Elias Carneiro
Para Artur Elias Carneiro, a música é uma herança familiar. Aprendeu a apreciá-la através dos assovios do pai, que gostava de música popular brasileira da velha guarda, do rádio da mãe, sempre sintonizado na Rádio Universidade com sua programação de música erudita, e do piano da irmã, que também compõe. Dentro de casa, cada um contribuiu para a construção de sua identidade no meio artístico. Flautista da Ospa, o músico conta para a Série Ospa em Pessoa como expressa hoje essa bela mistura de tons e influências. (Veja mais)

Velitchka Filipova
Velitchka Filipova toca com o coração. Foi assim que aprendeu quando ainda estava na academia de música na Bulgária, sua terra natal, e esta é a principal lição que levou para a sua vida. Filha de um país que valoriza a cultura e as artes, a violista hoje compartilha sua vocação com o público da Ospa a cada concerto. Para a série Ospa em Pessoa, ela conta o longo caminho que traçou até chegar em Porto Alegre, cidade que ama e pode chamar de lar. (Veja mais)

Javier Balbinder
A trajetória de Javier Balbinder passa por diversas cidades brasileiras. Nascido em Buenos Aires, Argentina, o músico se mudou ao Brasil ainda jovem, aos 19 anos, e tocou em várias orquestras país afora até se estabelecer em Porto Alegre. Na capital gaúcha, ele atua como oboísta da Ospa e lidera uma empresa de representação da marca norte-americana Eastman de instrumentos musicais. Mas o que ele sublinha de sua atuação é que, mais do que dedicar-se a instrumentos em si, e ao oboé, ele se dedica à sua arte: a música. Na entrevista à Série Ospa em Pessoa, Javier comenta a sua história e explica a sua relação com o seu trabalho. (Veja mais)

Julio Rizzo
De Caxias do Sul às terras dos yankees, passando pelo velho mundo e de volta às raízes no Estado que o criou, Julio Rizzo viajou o mundo com um parceiro inseparável: seu trombone. Primeiro de sua estirpe a traçar o caminho da música, o instrumentista fez da sua vontade adolescente de participar de uma banda no colégio, um terreno que lhe deu belos frutos. Para a Série Ospa em Pessoa, ele conta um pouco das suas aventuras em terras estrangeiras e da sua relação com a música regional, construída com carinho e esmero. (Veja mais)
Gean Veiga
Filho de artista plástica, Gean Veiga iniciou a tradição musical na sua família. Inscrito no Método Suzuki aos três anos, o músico da Ospa aprendeu violino junto da mãe, que o acompanhou no instrumento até ele completar nove anos. Esse foi o início da sua trajetória, que nunca mais se desviou da música. Para a Série Ospa em Pessoa, ele conta um pouco desta história.. (Veja mais)

Diego Silveira
Posicionado nas últimas prateleiras, o naipe da percussão é composto por uma multiplicidade de elementos e guarda, na sua versatilidade, o maior número de instrumentos de uma orquestra. No caso da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, guarda também um músico multifacetário. Compositor, percussionista e pesquisador, Diego Silveira também é responsável pela Musicoteca da sinfônica. A série Ospa em Pessoa retorna em 2016 contando um pouco da sua trajetória e influências. (Veja mais)

Renate Kollarz
Natural de Curitiba, Renate Kollarz andou mundo afora com seu contrabaixo a tiracolo. Além de passar por diversas orquestras no Brasil, esteve por temporadas nos Estados Unidos e Espanha. Filha de uma cantora lírica e de um citarista, a musicista foi uma das primeiras mulheres a tocar o instrumento no Paraná e é a única no naipe da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre atualmente. Para a série Ospa em Pessoa, ela fala sobre o papel que desempenha como mulher na música e comenta os desafios dessa trajetória. (Veja mais)

Wenceslau Moreyra
Foram o piano tocado pela avó, as sinfonias e gravações de música brasileira escutadas pelo pai e as reuniões de família em que tios e primos tocavam juntos que inspiraram Wenceslau Moreyra a se tornar músico. Porto-alegrense com grande apreço pela cena artística do Rio de Janeiro, o violoncelista completa 30 anos de carreira na Ospa. Conosco, ele divide trechos marcantes da sua trajetória, influências e aprendizados. (Veja mais)

Fábio Mentz
Fabio Mentz chegou à música por caminhos diversos. De forma experimental e até autodidata, essa arte entrou na sua vida a partir de experimentações em outras áreas.  Ainda menino, brincava com sons para produções audiovisuais nas quais se aventurava e descobriu sua maneira de produzir sonoridades. Fagotista da Ospa há mais de 20 anos, o músico conta para a série Ospa em Pessoa os caminhos que percorreu e as diferentes formas que encontra, ainda hoje, de se reinventar. (Veja mais)

Samuel Oliveira
Dos 37 anos de vida de Samuel Oliveira, quase trinta já se passaram ao lado do seu clarinete. Natural de Goiás, o instrumentista teve seu primeiro contato com a música através da igreja e do incentivo dos pais. Integrante da Sinfônica de Porto Alegre há 10 anos, o clarinetista é apaixonado por tocar em orquestra e conta, para a série Ospa em Pessoa, sua trajetória. (Veja mais)

Márcia Campos
“A música mexe com a alma da gente”. É assim que a violinista Márcia Campos, musicista da Ospa há 22 anos, explica o motivo da grande paixão que tem pela sua profissão. Foi aos 8 anos, quando a família se mudou para Tatuí, cidadezinha no interior de São Paulo conhecida como “Capital da Música”, que a instrumentista mergulhou de vez no universo da arte que transformou a sua vida. Nesta edição do Ospa em Pessoa, ela fala sobre a sua trajetória, relembra momentos marcantes e conta o que a motiva em cada apresentação da orquestra.(Veja mais)

Vladimir Romanov
“Vocês nunca vão encontrar em nossas florestas do norte onças com longos rabos e tartarugas. Mas no ensolarado Brasil, meu Brasil, há grande abundância de animais incomuns. Eu quero ir para o Brasil, para as praias distantes!”. Foi com o verso dessa canção russa na cabeça que o músico bielorrusso Vladimir Romanov atravessou o oceano para vir tocar sua viola em terras brasileiras. Dezenove anos, muitas praias, animais e vegetação diferentes depois, o instrumentista hoje é músico na Ospa e carrega consigo uma infinidade de bons momentos compartilhados entre seus dois países do coração. (Veja mais)

Israel Oliveira
Não foram poucos os fatores que fizeram de Israel Oliveira trompista da Ospa. Entre o ingresso, ainda que tardio, em uma escola municipal de música, uma professora que acreditou no seu potencial e a chance de prestar um concurso público para integrar a orquestra, muitos foram os passos dados pelo músico. E, como ele mesmo diz, todos o trouxeram até aqui. (Veja mais)

Rodrigo Alquati
O jovem baixista e tecladista apaixonado por heavy metal que Rodrigo Alquati era aos 15 anos com certeza se orgulharia do violoncelista que ele se tornou. Natural de Caxias do Sul, o instrumentista herdou a paixão pela música da família, que manteve o interesse pela arte durante gerações. Vários ritmos, viagens e anos de vida e de orquestra depois, ele compartilha conosco nesta edição da série “Ospa em Pessoa” sua trajetória, suas influências e lembranças. (Veja mais)

Cesar Lenhardt

O amor pela música é herança de família para Cesar Lenhardt. Foi com o pai, seu primeiro professor de trompete, que o instrumentista se encantou pela possibilidade de se expressar através da arte. A Ospa, no entanto, o fez mergulhar no universo erudito. Natural de Venâncio Aires, ainda menino deixou o interior do Estado para vir estudar em Porto Alegre, cidade que transformou sua paixão em profissão. Trompetista da orquestra há 22 anos, o músico conta a sua história nesta edição do “Ospa em Pessoa”. (Veja mais)

Antônio Guaracy Guimarães

Maestro da banda do 7º batalhão do Exército Brasileiro, o avô de Antônio Guaracy Guimarães talvez jamais tenha imaginado os rumos que tomaria a trajetória musical do seu neto. Seu legado fluiu por diferentes caminhos para Guaracy, técnico contábil que optou pela companhia do violão e do baixo elétrico ao invés dos números, e ingressou na música ainda jovem. Hoje contrabaixista da Ospa, ele diz que está no melhor trabalho do mundo e relembra com gosto os passos que o trouxeram até aqui. (Veja mais)

Carlos Sell

Carlos Sell começou sua trajetória na música de uma forma inusitada para violinistas: pela flauta transversal. Seguindo os passos do irmão mais velho, que começou a tocar o instrumento anos antes, Carlos criou seu próprio caminho ao dar uma chance para o violino doado por um amigo do seu pai. A cultura musical, herança familiar, trouxe na mala quando veio de Florianópolis para Porto Alegre e carrega consigo em todos os concertos da Ospa. (Veja mais)

Wilthon Matos

A música entrou na vida de Wilthon Matos, tubista da Ospa, através de um incentivo inusitado: uma prescrição médica. Aos 6 anos de idade, depois de problemas sérios de asma, recebeu de um especialista a indicação de praticar um instrumento de sopro. Foi o que bastou para que ele se encatasse pela arte. Caminhos diversos trouxeram Wilthon, natural de Belém do Pará, a Porto Alegre. Hoje, ao lado da orquestra, ele diz que vivencia o melhor momento de sua trajetória e compartilha conosco suas lembranças e histórias. (Veja mais)

Delmar Breunig

Delmar Breunig nasceu e se criou no interior do Rio Grande do Sul, terra das bandinhas*. Foi através desses grupos musicais, dos quais seu pai participava, que teve seu primeiro contato com a música ainda menino. Do reco-reco que tocava para acompanhar o pai nos saraus de domingo à tarde, passou para o violino e então para a viola, instrumento que toca na Ospa há 36 anos. De Ivoti a Porto Alegre, Delmar percorreu um caminho rico de experiências e oportunidades, que compartilha nesta entrevista. (Veja mais)

Adolfo Almeida Jr.

“Quando toco, consigo abstrair de todas as obrigações. Eu estou ali porque quero recriar aquela música da melhor maneira possível”. É assim que Adolfo Almeida Jr., fagotista da Ospa há 33 anos, descreve a sua relação com a sinfônica. Para ele, a música se tornou muito mais do que uma ocupação. Foi em torno dessa arte que ele desenvolveu toda a sua vida. Para a série Ospa em Pessoa, o instrumentista conta a sua trajetória, suas motivações e fala sobre a importância da presença do público no dia a dia da orquestra. (Veja mais)